O Enigma da Pirâmide

O Enigma da Pirâmide (Young Sherlock Holmes), filme de 1985, dirigido por Barry Levinson, roteiro de Chris Columbus, baseado nos personagens de Arthur Conan Doyle, estrelando Nicolas Rowe, Alan Cox, Sophie Ward, Anthony Higgins e Nigel Stock.

O filme conta a história do primeiro encontro e primeira aventura do detetive Sherlock Holmes (Nicolas Rowe) e de seu companheiro Watson (Alan Cox). Narrado pela versão adulta de Watson (assim como nos livros assistimos pela versão dele da história), o filme mostra Sherlock adolescente na escola, mas que acaba precisando resolver um grande caso que a polícia não consegue, ao lado da jovem Elizabeth (Sophie Ward), que perdeu o pai em uma conspiração.


Barry Levinson faz um bom trabalho na direção, mas dou mais destaque para Chris Columbus, que fez um ótimo roteiro, e que já mostrava potencial para filmes nesse estilo, não atoa foi o escolhido para comandar os primeiros "Harry Potter".

Esse filme assim como outros diversos do anos 80/90 é uma produção de Steven Spielberg, que dava apoio a diversos diretores, assim como fez com Robert Zemeckis e Bob Gale.

O filme foi um dos primeiros a usarem CGI, na época chamada apenas de efeitos de computador, durante a trama temos personagens feitos em computação e que ainda interagem com personagens reais, bastante inovador para época, a gigante do ramo ILM foi quem criounos efeitos.

O Enigma da Pirâmide também tem uma ótima trilha sonora composta por Bruce Broughton, que fez um tema que passa o clima de mistério e aventura que rodeia toda a trama.

Após o final do filme, antes dos crétidos, aparece um texto informando que o filme apenas usou os personagens de Conan Doyle apenas para criar uma história original, nos livros Sherlock e Watson se conheceram já adultos.

Minha Nota: 8,5/ 10
IMDb: 6,8/10
Rotten Tomatoes: 67% críticos
                                  63% publico

Cena Marcante:
A abertura do filme que é bastante sinistra e já mostra como será o clima de toda a história, sem falar que após ela temos os créditos iniciais com a ótima música de Bruce Brougthon.

Vitor Tonetto

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